Author name: Gilberto Peverari

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Comparativo entre tipos de moradia

COHOUSING Tipos de Moradia Comparativo entre algumas das possíveis alternativas Elaborado por Gilberto Peverari em 30/09/2025 CONTEXTO O envelhecimento acelerado no Brasil amplia a demanda por soluções de moradia que unam autonomia, segurança, vida comunitária e qualidade de vida. Pessoas na meia-idade (45 a 60 anos) estão se planejando com antecedência e avaliando alternativas além da adaptação da casa e das ILPIs. Acima uma tabela para facilitar a decisão. Anterior Cohousing Anterior Página de Conteúdo

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Desafios do Cohousing: Como a Colaboração Transforma Obstáculos em Oportunidades

COHOUSING Desafios do Cohousing Como a Colaboração Transforma Obstáculos em Oportunidades Elaborado por Gilberto Peverari em 29/08/2025 Viver em comunidade é um sonho para muitos, um refúgio da solidão e uma promessa de apoio mútuo. No Cohousing, essa promessa se materializa em lares e espaços compartilhados, onde a intenção de viver junto é o alicerce. Mas, como em toda boa história, nem tudo são flores e piqueniques à beira do lago. A vida em grupo, por mais harmoniosa que seja, traz seus próprios desafios. E é sobre eles que vamos falar hoje, e como a colaboração pode ser a chave para transformá-los em grandes oportunidades. A ARTE DE DECIDIR JUNTOS (E NÃO VIRAR UM NÓ) Um dos primeiros desafios que surgem é a tomada de decisão em grupo. Imagine um jantar em família onde todos querem pizza, mas cada um com um sabor diferente. Agora multiplique isso por dezenas de pessoas, decidindo sobre o uso de um espaço comum, a cor da parede da academia ou o horário da reunião da horta. Parece uma receita para a dor de cabeça, não é? Mas é aqui que a mágica da colaboração acontece. Com ferramentas e métodos que facilitam o diálogo e a busca por consenso (ou, pelo menos, consentimento!), o que parecia um campo minado vira um exercício de escuta e respeito. É como aprender a dançar em grupo: no começo, pode haver alguns pisões no pé, mas, com a prática, a coreografia flui e todos se divertem. CONFLITOS: ONDE O HUMOR ENTRA EM CENA (E ESPANTA A BRIGA) E por falar em pisões no pé, os conflitos são inevitáveis em qualquer relacionamento humano. Em um Cohousing, onde as pessoas compartilham tanto, as diferenças de personalidade e de hábitos podem, sim, gerar atritos. Um vizinho que adora música alta, outro que prefere o silêncio de um mosteiro; um que é muito organizado, outro que vive na bagunça criativa. Como lidar com isso sem que a comunidade vire um campo de batalha? A resposta está na comunicação. Não aquela comunicação de “eu falo, você escuta e depois eu falo de novo”, mas uma comunicação que busca entender o outro, expressar necessidades sem acusar e encontrar soluções que funcionem para todos. Às vezes, um bom mediador e algumas técnicas de comunicação não-violenta podem fazer milagres, transformando um conflito em uma oportunidade para fortalecer os laços e até render boas risadas no futuro, quando a poeira baixar e a gente já puder rir da situação, juntos. Afinal, quem nunca teve um desentendimento bobo que virou história engraçada? DIFERENÇAS DE PERSONALIDADE: A RIQUEZA DA DIVERSIDADE Por fim, as diferenças de personalidade. Ah! As personalidades! Em um Cohousing, você vai encontrar de tudo: o extrovertido que anima as festas, o introvertido que prefere ficar na dele, o metódico que organiza tudo e o espontâneo que vive o momento. Essa diversidade é, na verdade, uma das maiores riquezas desse modelo. É como uma orquestra: cada instrumento tem seu som único, mas é a combinação de todos que cria a melodia perfeita. O desafio é aprender a valorizar essas diferenças, a encontrar o equilíbrio e a entender que cada um contribui de uma forma única para o bem-estar do coletivo. E quando a gente consegue isso, o que era um obstáculo vira um “superpoder”, com a comunidade se tornando um caldeirão de ideias, talentos e perspectivas que impulsionam o crescimento de todos. TRANSFORMANDO OBSTÁCULOS EM OPORTUNIDADES: ONDE O SUPORTE FAZ A DIFERENÇA Superar esses desafios não é tarefa fácil, mas também não precisa ser um fardo pesado, que cada um acha que vai carregar sozinho.   A experiência em gestão de projetos e desenvolvimento humano, aliada a ferramentas e metodologias comprovadas, pode ser o diferencial para que a sua comunidade de Cohousing não apenas supere os obstáculos, mas os transforme em degraus para um crescimento ainda maior.   O apoio na estruturação de processos de decisão, na mediação de conflitos e no desenvolvimento de habilidades de comunicação pode pavimentar o caminho para uma convivência mais harmoniosa e produtiva.   É a oportunidade de construir uma comunidade resiliente, na qual os desafios são vistos como chances de aprender, evoluir e fortalecer os laços que unem as pessoas.     E você, já enfrentou algum desafio em um grupo que acabou se transformando em uma grande oportunidade?   Compartilhe sua experiência nos comentários! Anterior Cohousing Anterior Página de Conteúdo Cohousing Próximo Próximo

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Propósito e Conexão: O Estilo de Vida Cohousing

COHOUSING Propósito e Conexão: O Estilo de Vida Cohousing Além das paredes, uma jornada para uma vida coletiva mais rica e significativa Elaborado por Gilberto Peverari em 27/08/2025 Você já parou para pensar que a moradia pode ser muito mais do que apenas um teto sobre sua cabeça? Em um mundo cada vez mais conectado digitalmente, mas paradoxalmente isolado socialmente, a busca por um sentido de comunidade e pertencimento se torna essencial. É nesse cenário que o conceito de Cohousing ganha força, apresentando-se não apenas como uma alternativa de moradia, mas como uma escolha de vida intencional, pautada por valores e propósitos compartilhados. O CORAÇÃO DO COHOUSING: PROPÓSITO E CONEXÃO No cerne do Cohousing está a ideia de que viver em comunidade é uma decisão ativa, um compromisso com um estilo de vida que prioriza a colaboração, o apoio mútuo e a construção de relações significativas. Não se trata de um condomínio comum, onde a interação é opcional e muitas vezes superficial. Aqui, a vizinhança é fruto de uma escolha consciente, de pessoas que buscam um propósito comum que as une. Imagine um lugar onde a sustentabilidade não é apenas um conceito, mas uma prática diária, com hortas comunitárias e o uso consciente de recursos. Onde o envelhecimento ativo é incentivado pela convivência entre gerações e pela participação em atividades conjuntas. Onde o apoio mútuo se manifesta na ajuda com as tarefas do dia a dia, no cuidado com as crianças ou no suporte em momentos de necessidade. Essa é a essência do Cohousing: um ambiente onde a vida coletiva floresce, sem abrir mão da privacidade e autonomia individuais. ALÉM DAS PAREDES: BENEFÍCIOS QUE TRANSFORMAM Os benefícios de viver em Cohousing vão muito além da otimização de espaços e custos. A redução do isolamento social é um dos mais impactantes. Em uma sociedade onde a solidão se tornou uma epidemia silenciosa, ter uma rede de apoio constante, amigos e vizinhos com quem compartilhar experiências e desafios, é um verdadeiro bálsamo. A vida ganha mais cor, mais significado e mais alegria quando se tem uma comunidade vibrante ao redor. Além disso, o Cohousing oferece um ambiente seguro e acolhedor, onde a colaboração se estende à gestão do espaço e à resolução de questões cotidianas. As decisões são tomadas em conjunto, promovendo um senso de responsabilidade e pertencimento. É um modelo que estimula o aprendizado contínuo, a troca de conhecimentos e o desenvolvimento pessoal, à medida que os moradores se envolvem em projetos e atividades que refletem seus interesses e paixões. CONSTRUINDO O FUTURO, JUNTOS Como abordado no artigo anterior “Do Sonho à Chave”, a jornada para criar um Cohousing é um processo que exige planejamento, diálogo e, acima de tudo, um compromisso genuíno com a visão de uma vida mais colaborativa. É uma arquitetura de relações humanas, onde a gestão de projetos se encontra com o desenvolvimento de pessoas. Para que esse sonho se torne realidade, é fundamental contar com o suporte adequado, que auxilie na estruturação do grupo, na definição dos objetivos e na superação dos desafios que surgem ao longo do caminho. Ao escolher o Cohousing, você não está apenas escolhendo uma casa; está escolhendo um propósito de vida coletiva, um caminho para uma existência mais rica, conectada e significativa. É a oportunidade de construir um futuro em que a comunidade é o alicerce para uma vida plena e feliz.   E aqui vem a pergunta: Você também considera este estilo inspirador? Anterior Cohousing Anterior Página de Conteúdo Cohousing Próximo Próximo

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Do Sonho à Chave

COHOUSING Do Sonho à Chave Como Tirar Seu Projeto de Cohousing do Papel (Com Pés no Chão e Olhos no Futuro) Elaborado por Gilberto Peverari em 26/08/2025 Você já se pegou sonhando com um lugar onde a vida flui em comunidade, onde a solidão se esvai e o apoio mútuo é a regra e não a exceção? O Cohousing é, para cada vez mais pessoas, a materialização desse sonho de viver com propósito na maturidade, cercado de pessoas que compartilham valores e objetivos. Mas, como todo grande sonho, ele precisa de um bom mapa para virar realidade. Sonhos definem Objetivos, que estabelecem Metas e Métricas. E é aqui que a jornada “do sonho à chave” se encontra com a engenharia por trás dos resultados: a importância de planejar cada passo, com clareza e método. Afinal, um sonho sem plano é só um desejo, e um projeto sem planejamento robusto pode virar uma dor de cabeça. Então, como garantir que essa transição da ideia para a vida real seja segura, viável e, principalmente, feliz? A chave está em três pilares: definições claras, planejamento financeiro inteligente e um cronograma que faça sentido. O MAPA DO TESOURO: DEFININDO SEUS OBJETIVOS Antes de mais nada, o grupo que sonha junto precisa desenhar seu mapa. Pense nisso como a planta da sua futura casa: sem ela, a construção vira uma aventura sem rumo. Comece com perguntas simples, mas poderosas: Quem somos e o que queremos? Qual é o perfil do nosso grupo? Quais valores nos unem? Que tipo de convivência buscamos? Queremos áreas de lazer, cozinha coletiva, lavanderia compartilhada? O que é necessário, o que é desejável e o que seria bom se tivesse? O que é desnecessário e o que não queremos? Quanto mais detalhes, melhor! Onde e como queremos viver? Quantas unidades? Qual o tamanho ideal para cada uma? Em que tipo de cidade ou região? Qual é o nosso limite? Quanto cada família pode e está disposta a investir? De que forma? Em quanto tempo queremos ver esse projeto de pé? Ao responder essas perguntas juntos, vocês criam um “Documento de Escopo” – o mapa do tesouro que vai guiar todas as decisões futuras. É o primeiro passo para alinhar expectativas e pavimentar o caminho. PLANEJAMENTO FINANCEIRO: GARANTINDO QUE O SONHO NÃO VIRE PESADELO Se o sonho é coletivo, os recursos também devem vir de dentro do grupo. A beleza do Cohousing é que ele pode ser construído com os recursos dos próprios moradores, sem depender de grandes investidores externos que, via de regra, visam apenas lucro. A lógica é simples e poderosa: Contribuição de cada um: Imaginem que cada família contribui com uma parte do valor total do projeto. Isso pode ser feito em etapas: um aporte inicial para cobrir os custos de estudos e projetos, e depois aportes mensais durante a fase de obras, como se fosse um consórcio ou um financiamento coletivo com seus próprios recursos. Autonomia financeira: Essa abordagem garante que o controle do projeto permaneça nas mãos de quem vai morar ali. Vocês decidem como o dinheiro é gasto, com total transparência. Fundo de Contingência: Assim como em qualquer projeto de engenharia, imprevistos acontecem. Ter uma “reserva de emergência” (um percentual sobre o custo total) é essencial para garantir a segurança e a tranquilidade, evitando surpresas desagradáveis. É importante que todos no grupo se sintam confortáveis com a estrutura financeira. Podemos auxiliar a criar um modelo claro, mostrando “onde cada centavo vai e de onde ele vem”, garantindo que o seu sonho caiba no bolso e seja economicamente sustentável. DE OLHO NO RELÓGIO: GERENCIANDO O TEMPO DO PROJETO Sonhos têm prazo! Um bom planejamento de tempo transforma a ansiedade em expectativa. Afinal, saber quando as chaves estarão em suas mãos faz toda a diferença. Pense na jornada em fases: Fase 1: O Alinhamento: É o momento de o grupo se conhecer a fundo, definir os objetivos em conjunto e solidificar a visão. Fase 2: Os Estudos e o Local: Encontrar o terreno ideal, fazer os estudos de viabilidade e, finalmente, adquirir a área em que o lar de vocês será construído. Fase 3: Os Projetos e as Licenças: A hora de transformar a ideia em desenhos técnicos, contratar arquitetos e engenheiros e conseguir as aprovações necessárias na prefeitura. Essa é uma etapa crítica, que exige paciência e perícia. Fase 4: A Construção: Onde a mágica acontece! A obra avança, e vocês verão o sonho tomando forma física, tijolo por tijolo (ou bloco a bloco, perfil a perfil). Fase 5: A Entrega das Chaves: O momento tão esperado, quando tudo é vistoriado, a documentação finalizada e o lar de vocês está, finalmente, pronto para ser habitado. Ah! Talvez você estivesse esperando ver estimativas de duração para cada fase, mas isso depende de diversos fatores, além dos abordados nas duas seções anteriores. Sem definições claras, seria imprudente fazer estimativas, seja por desestimular os interessados neste tipo de moradia ou passar uma falsa ideia de que tudo é muito fácil e rápido. O importante é que, com um cronograma bem detalhado e o monitoramento constante, o grupo consegue visualizar cada etapa, antecipar desafios e celebrar cada conquista, mantendo a motivação lá em cima. AUXÍLIO COM O ROTEIRO DO SONHO: UMA PARCERIA ESTRATÉGICA Entendemos que transformar um sonho coletivo de Cohousing em um projeto concreto exige um roteiro claro. É exatamente aí que nós, com nossa vivência e experiência em gestão, podemos fazer uma participação especial. Nosso papel é ser um parceiro estratégico, auxiliando seu grupo na autogestão e sociocracia dos participantes da comunidade. Oferecemos: Consultoria e Orientação: Ajudamos a clarear a visão, definir objetivos e apoiar os processos decisórios do grupo, incluindo o planejamento geral do projeto. Gestão Financeira com Foco: Auxiliamos na análise e acompanhamento dos gastos, promovendo uma gestão orçamentária transparente e sustentável. Análise de Riscos e Soluções: Com nossa bagagem em gestão de projetos, realizamos diagnósticos e apoiamos a identificação de riscos (financeiros, prazos, operacionais), colaborando na busca por soluções. Mediação e Facilitação: Administramos conflitos e

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Eu sou para Cohousing?

COHOUSING Eu sou para Cohousing? Descubra se sua essência combina com a vida em Comunidade! Elaborado por Gilberto Peverari em 02/08/2025 Na postagem anterior, exploramos os benefícios incríveis do Cohousing. Agora, vamos mergulhar em algo ainda mais pessoal: será que a sua forma de ser, seus valores e sua essência combinam com essa aventura de viver em comunidade? Não existe um perfil único, mas algumas qualidades e desejos tornam a experiência do Cohousing ainda mais rica e significativa. Vamos descobrir juntos? CARACTERÍSTICAS QUE FLORESCEM NA VIDA EM COHOUSING 1. Você Valoriza Conexões Genuínas e Afeto Se para você, a vida ganha mais sentido quando compartilhada com pessoas que se importam, o Cohousing é o seu lugar. Aqui, a oportunidade de construir amizades profundas, trocar carinho e ter uma rede de apoio que se preocupa de verdade com o seu bem-estar é parte do dia a dia. Se você busca laços verdadeiros e momentos de afeto, você já tem um lugar no coração do Cohousing. 2. Você Tem o Desejo de Contribuir e Cuidar Gosta de ver o ambiente ao seu redor prosperar e se sente bem ao fazer a sua parte? No Cohousing, cada um contribui com o que pode e com o que gosta, seja cuidando de um jardim, organizando um evento ou simplesmente oferecendo uma palavra amiga. Se você se anima com a ideia de ajudar a construir um lar coletivo e se sente realizado ao cuidar do bem-estar de todos, você tem a alma do Cohousing! 3. Você Busca Equilíbrio entre Seu Espaço e a Convivência Aprecia ter seu próprio refúgio, mas também adora a ideia de ter companhia quando quiser? Perfeito! O Cohousing oferece a tranquilidade do seu lar privado e a liberdade de se juntar à comunidade para atividades, refeições ou um bom papo. Se você valoriza essa flexibilidade de ter seu cantinho e, ao mesmo tempo, a facilidade de encontrar alguém para um bate-papo, você encontrou seu equilíbrio. 4. Você é Aberto a Novas Perspectivas e Aprendizados Curioso sobre o mundo e as histórias das pessoas? No Cohousing, você convive com indivíduos de diferentes trajetórias de vida, cada um com suas experiências e sabedorias. Se você se empolga com a ideia de aprender algo novo com um vizinho, ouvir uma história inspiradora ou simplesmente expandir seus horizontes, você vai adorar a riqueza da diversidade do Cohousing. 5. Você Acredita na Força do Coletivo Se você entende que juntos somos mais fortes, que os desafios se tornam menores quando compartilhados e que as alegrias se multiplicam em boa companhia, você já pensa como um morador de Cohousing. A mentalidade de união e apoio mútuo é o que impulsiona essa comunidade. 6. Você Cultiva a Paciência e a Compreensão Viver em comunidade é uma jornada de aprendizado e crescimento. Às vezes, é preciso paciência para ouvir diferentes opiniões e compreensão para encontrar o melhor caminho para todos. Se você tem a serenidade para dialogar e a abertura para entender o ponto de vista do outro, você tem a essência ideal para o Cohousing. 7. Você Deseja Envelhecer com Propósito e Alegria Se a ideia de uma vida cheia de significado, atividades e novas experiências te inspira, o Cohousing oferece exatamente isso. Participar ativamente da vida comunitária, compartilhar seus talentos e fazer parte de um grupo vibrante dá um novo e delicioso sentido à vida. CONCLUSÃO Se você se identificou com essas qualidades e desejos, há uma grande chance de que o Cohousing seja o lugar perfeito para você florescer! Não é preciso ter todas elas – o mais importante é ter o coração aberto para a vida em comunidade, a vontade de se conectar e o desejo de construir um futuro mais feliz e compartilhado. Se reconheceu em algumas dessas características? Conte nos comentários qual delas mais combina com você! E se a sua essência te chamou para o cohousing, mande-me uma mensagem – vamos conversar sobre essa jornada de viver com mais conexão e propósito! Anterior Cohousing Anterior Página de Conteúdo Cohousing Próximo Próximo

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Cohousing é para mim?

COHOUSING Cohousing é para mim? Descubra os benefícios de viver em comunidade na melhor idade! Elaborado por Gilberto Peverari em 30/07/2025 Já pensou em morar em um lugar onde a sua privacidade é respeitada, mas a solidão passa longe?Onde cada dia é uma oportunidade de novas amizades, aprendizados e muita alegria?Se a ideia de viver com autonomia, segurança e uma rede de apoio vibrante te atrai, o cohousing pode ser a resposta que você procura! O QUE É COHOUSING?Imagine um modelo de moradia que une o melhor de dois mundos: a sua casa particular, com todo o conforto e liberdade, e espaços comuns pensados para a convivência e o bem-estar.No cohousing, você tem seu cantinho, mas compartilha jardins, cozinhas, salões de festa e até lavanderias com vizinhos que se tornam uma verdadeira família.É uma comunidade intencional, construída por pessoas que escolhem viver juntas, compartilhando valores e um estilo de vida colaborativo. BENEFÍCIOS QUE TRANSFORMAM A VIDA 1. Adeus solidão! Olá, Companhia! Um dos maiores presentes do cohousing é o combate ao isolamento social. Ter vizinhos que são amigos, com quem você pode tomar um café, conversar, jogar uma partida de cartas ou simplesmente compartilhar o dia a dia, faz toda a diferença. A vida ganha mais cor e significado quando se tem uma rede de apoio sempre por perto. 2. Autonomia e Independência Preservadas Diferente de outras modalidades, no cohousing você mantém sua casa, sua rotina e sua liberdade.É você quem decide como viver, mas com a tranquilidade de saber que, se precisar, há sempre alguém disposto a ajudar. É a independência com o conforto da comunidade. 3. Segurança e Tranquilidade Os espaços são pensados para oferecer segurança e acessibilidade, com design que facilita a mobilidade e minimiza riscos.Além disso, a própria comunidade se torna um sistema de apoio, onde todos cuidam uns dos outros, proporcionando uma sensação de tranquilidade e proteção. 4. Vida Ativa e com Propósito Com a proximidade e o incentivo da comunidade, é muito mais fácil se engajar em atividades físicas, culturais e sociais.Clubes de leitura, aulas de dança, hortas comunitárias, caminhadas em grupo ‒ as possibilidades são infinitas e surgem da vontade dos próprios moradores.É uma vida com mais movimento, aprendizado e propósito. 5. Compartilhamento Inteligente de Recursos Áreas comuns bem equipadas e a possibilidade de compartilhar ferramentas, conhecimentos e até caronas podem otimizar recursos e reduzir custos individuais.É a economia colaborativa aplicada ao dia a dia, tornando a vida mais prática e sustentável. CONCLUSÃOO cohousing é mais do que um lugar para morar; é um estilo de vida que valoriza a conexão humana, a autonomia e o bem-estar.Se você busca uma vida com mais alegria, segurança e em boa companhia, essa pode ser a sua próxima grande aventura! E então?Curioso para saber se você se encaixa nesse estilo de vida?Fique ligado na nossa próxima postagem: “Eu Sou para Cohousing?”!Enquanto isso, compartilhe nos comentários: qual desses benefícios mais chamou a sua atenção? Anterior Cohousing Anterior Conteúdo Cohousing Próximo Próximo

Vila ConViver - Confraternização 2024
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Por que Cohousing? – Planejando uma melhor forma de Viver!

COHOUSING Por que Cohousing? Planejando uma melhor forma de Viver! Elaborado por Gilberto Peverari em 26/07/2025 Já pensou em ter uma vida com mais propósito após a aposentadoria? Nós, com certeza! Residimos em São Paulo, os dois já aposentados, com um filho já formado e seguindo sua vida independente. Já havíamos vivenciado duas experiências diferentes, envolvendo nossos pais: de um lado, a residência na própria casa, com cuidadoras por 24h e nosso contato diário, e, por outro, a vida em um residencial muito agradável, com muito verde, lago, piscina, além de médico, nutricionista, fisioterapeuta, cuidadoras e enfermeiras, no litoral paulista e contato frequente, mas não diário. Parkinson, Alzheimer e Fronto-temporal. As evoluções foram acompanhadas com atenção e tristeza até as partidas. A DESCOBERTA DO COHOUSING Em 2021, uma prima da Vaneza, arquiteta que estava em contato com uma pessoa envolvida com o conceito de Cohousing, após discorrer sobre esta modalidade de moradia, a alertou para uma live sobre o assunto. A partir daí, a Vaneza passou a participar de muitos desses encontros e, em um deles, ouviu sobre a formação de um cohousing sênior em Campinas. Contato estabelecido com esse grupo, participamos de uma entrevista, tanto para eles nos conhecerem e avaliarem se tínhamos perfil para nos tornarmos vizinhos, como para nós obtermos mais detalhes sobre a proposta e que ajustes teriam de ser feitos em nossa vida, pois, apesar de eu já ter morado em Campinas e termos contato frequente com amigos que lá residem, sair de um bairro em que moramos por mais de 30 anos, com parentes próximos, mudar-se para outra cidade para morar com pessoas que não conhecíamos e ficar mais distantes de nosso filho eram questões a considerar. O processo de avaliação levou um tempo, até nos decidirmos, estando nós três conscientes das adaptações. Até porque, durante a reunião com a Comissão de Admissão, nos foi dito que, em várias ocasiões, os filhos acabam influenciando os pais a manterem o status quo. O fato de estarmos distantes dos demais só não foi um grande obstáculo porque as reuniões remotas passaram a ser mais corriqueiras após a pandemia. Então, em 2022, Vaneza e eu decidimos nos mudar para Campinas e residir no Cohousing Sênior Vila ConViver. CONTRIBUINDO E APRENDENDO Após o nosso período de adaptação, fomos nos integrando e participando mais ativamente de alguns Grupos de Trabalho, Comissões e Órgãos, vivenciando, de fato, o caráter colaborativo deste tipo de moradia. Mais do que tudo, intencional. Não podemos dizer que foi um processo fácil, já que, sendo a autogestão um princípio básico, por vezes temos de opinar, decidir ou executar em situações que não estavam dentre nossas capacidades ou habilidades. No entanto, sua vivência é rica, pela ação do time, da diversidade de bagagens, linhas de raciocínio e olhares. Todos atuando por um propósito importante para a comunidade. Um baita aprendizado: a como ouvir, como falar e quando silenciar. COHOUSING: UMA ANÁLISE COMPARATIVA Em projetos, na minha vida profissional, também tinha disso, mas com algumas diferenças, porque, neste caso, cobra-se rendimento e paga-se por isso. Além disso, há uma capacitação prévia dos envolvidos e os resultados esperados, na maioria das vezes, são bem claros. Os objetivos são minuciosamente especificados e as metas, como escopo, prazo, custo e qualidade são bem determinados antes de o projeto ser iniciado. Em termos de empreendimento, são muitos técnicos na operação e poucos stakeholders, ou partes interessadas. Em relação ao ambiente, em obra, acentuados pelas pressões, alguns conflitos passam pelo aumento do tom de voz e o bate-boca, antes de cada um voltar ao seu canto e continuar seu trabalho. Em um Cohousing, as partes interessadas são muitas, em comparação com os fornecedores de serviço. Mais do que focado em um objetivo claro, a motivação para a constituição da comunidade nasce de um sonho. Sendo sênior, as habilidades, por vezes, já não são mais as mesmas, por mais empenho que se tenha. As definições não são determinadas por um ou por um grupo seleto, mas por todos. É… a sociocracia também é um exercício interessante, ao qual não estamos muito acostumados. Os conflitos, quando não há consenso, normalmente, seguem por um caminho mais tranquilo, com exposições de pontos de vista, apreciações, reflexões e, no mínimo, chegam a um consentimento, com cada um voltando ao grupo e abraçando o projeto. Como em qualquer relacionamento, cede-se aqui ou ali, em vista de algo muito maior. NÃO ESTAR DENTRO NÃO SIGNIFICA, NECESSARIAMENTE, ESTAR FORA Com todos esses ganhos e ricas experiências, é estranho dizer, mas, ao longo do tempo, outras questões não só nascem, como crescem, requisitando uma pausa. E assim nos tornamos ex-associados, sem, entretanto, ter qualquer restrição em relação aos associados, à Associação ou, principalmente, ao conceito desta modalidade de moradia. Exatamente por esse motivo, decidi-me por trabalhar em favor desta alternativa, que entendo como a melhor para a idade avançada: com interações, a perspectiva da longevidade, mais saúde física e mental, autonomia, poder escolher entre a privacidade e a socialização, enfim, felicidade. E, é claro, não poderia deixar de dizer que temos planos de retornar, com toda força, à vida em Cohousing. PRÓXIMOS PASSOS Esclarecer, participar, divulgar, colaborar, oferecer. Em breve haverá mais contribuições aqui e em minhas redes sociais, para semear essa ideia, que considero muito produtiva. 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Métodos

Aprendizagem Vivencial – Experienciar para consolidar o conhecimento

MÉTODO Aprendizagem Vivencial Experienciar para consolidar o conhecimento Elaborado por Gilberto Peverari em 08/02/2022 Vamos discorrer, neste artigo, sobre o método que norteia nossos workshops. A Aprendizagem Vivencial é uma metodologia ativa, oriunda do Ciclo de Aprendizagem de Kolb, que apresenta o processo de aprendizagem como uma integração da experiência com o aprendizado, a partir de uma sequência de etapas, desde a execução de uma atividade, passando por uma análise crítica dessa experiência até extrair o seu significado e desenvolver habilidades ou rever comportamentos. Nas palavras do próprio autor, David Kolb, “Aprendizagem é o processo pelo qual o conhecimento é criado através da transformação da experiência”. Por priorizar a prática do tema a ser abordado, ela pode ser aplicada em qualquer faixa etária ou nível de conhecimento, individualmente ou em grupo, apresentando melhores resultados do que em processos tradicionais de ensino, preponderantemente expositivos, motivo pelo qual é amplamente aplicada na educação corporativa, consolidando as habilidades e gerando ganhos, inclusive na vida pessoal dos participantes. Ah! E pode ser trabalhada tanto presencial quanto remotamente. Vale – e muito! – ressaltar que todas as dinâmicas, atividades e discussões devem estar relacionadas, direta ou indiretamente, ao tema a ser desenvolvido. Já participei de encontros em que as atividades eram bastante lúdicas, longas e sem qualquer conexão com o assunto no qual precisávamos nos aprofundar, levando uns e outros a cochicharem entre si: “o que é que eu estou fazendo aqui, com tanta coisa que tenho pra fazer? Eu podia estar trabalhando”. Ou seja, o evento fazia parte do trabalho, mas a atividade estava completamente descaracterizada. Talvez você já tenha passado por isso, também. Então, tendo isso em mente, vamos explicar o passo a passo da metodologia.   ETAPAS DO CICLO DE APRENDIZAGEM VIVENCIAL O Ciclo de Aprendizagem Vivencial, elaborado por Kolb, é composto por quatro etapas: Como todo tesouro, a Aprendizagem Vivencial também tem sua ARCA…   Agir: Hora da experimentação de algo novo, da vivência de uma possível situação de trabalho, da ação a partir de um estímulo. A primeira etapa da metodologia é aquela em que o aprendiz vai agir, executando uma atividade conectada com o tema, com a finalidade de aprender sobre ele. É o momento de “sentir na pele” a questão proposta. Na descrição original, esta etapa é chamada Experiência Concreta, uma vez que o problema está à sua frente e tem de ser resolvido. Você pode estar se perguntando: “mas, se o objetivo é aprender algo, como eu vou conseguir fazer a atividade da maneira correta?”. Assim como lida com os desafios diários: vai lá e faz, ou da maneira que você está acostumado ou, se for a primeira vez que se depara com algo assim, apela para sua memória, tentando juntar todo o conhecimento e habilidades que tenha para resolver a questão da melhor maneira possível, no tempo que tiver disponível, claro. Considere isso: você já ouviu várias teorias e orientações sobre o que fazer ou como se comportar diante de situações inusitadas como um assalto, um princípio de incêndio ou um engasgo, porém, como será que sua memória vai se comportar quando você aumentar a adrenalina em seu sangue e reduzir o tempo que terá para agir? Só uma simulação da situação lhe permitirá avaliar qual será sua resposta automática. É aí que você vai constatar se tem algo a melhorar. A atividade pode ser proposta a partir de uma pergunta, uma ideia, uma música, uma imagem, um vídeo, uma simulação relacionada à atividade profissional ou qualquer outro artifício que o faça acessar suas lembranças, conceitos e considerações. Em uma dinâmica de grupo, esse conhecimento é compartilhado durante a atividade, de forma que os conhecimentos e habilidades se somem para que todos tenham uma visão mais completa, que lhes possibilite descobrir como solucionar o problema, e ponham mãos à obra.   Refletir: Esta etapa é constituída de dois processos, intimamente relacionados: o relato das observações feitas durante a etapa anterior e seu processamento. Kolb denominou essa etapa de Observação Reflexiva, em que cada participante reflete e analisa como se sentiu e se comportou durante a vivência, bem como avalia o que a experiência em grupo proporcionou. Primeiramente, os participantes compartilham fatos e, principalmente, sentimentos e emoções que considerem interessantes, observados durante a execução da atividade proposta. Tais comentários podem versar sobre desafios, percepções ou o clima em que a atividade se desenvolveu, por exemplo. Para estimular a participação, podem ser usados registros de produtividade do grupo, algumas considerações do trabalho nos subgrupos, questões sobre as interações ou dificuldades encontradas. Em seguida, todo esse material coletado durante os relatos é analisado em conjunto com os participantes, sendo evidenciados os principais obstáculos ou pontos que requeiram atenção, relativamente ao assunto em análise. Essa é a etapa mais crítica, porque é ela que permitirá a análise e a compreensão do que foi vivido, percebendo seus padrões de comportamento e os resultados das interações no grupo, avaliando se – e com que qualidade – o objetivo foi alcançado, os motivos de resultados insatisfatórios e, principalmente, o que seria mudado caso se deparassem, novamente, com a mesma questão e os motivos desses ajustes. Não se trata de identificar culpados ou atribuir responsabilidades, mas entender e aprender com o que aconteceu.   Conceituar: Entramos na etapa cunhada por David Kolb como Conceituação Abstrata, por ser aquela que dá origem a uma nova ideia ou uma modificação de um conceito abstrato existente. Essa modificação ou ampliação é causada pela experiência em novas condições, em um ambiente orientado para a observação, a reflexão e a ampliação das percepções a respeito do tema. É o momento, então, de transformar a experiência vivida em conhecimento, em desenvolvimento pessoal. Um conhecimento que não ficará restrito ao estudo de caso realizado, mas a toda gama de situações que tenham alguma conexão com os sentimentos, emoções, habilidades e atitudes despertados durante a vivência e que tenham a ver com a realidade do participante. A pergunta-chave a ser trabalhada é: como a aprendizagem vivenciada pode ser aplicada no dia

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Lições Aprendidas: Ah! Se soubéssemos o que sabemos… Parte 5 – Os retornos da utilização

GESTÃO Lições Aprendidas: Ah! Se soubéssemos o que sabemos… Parte 5 Os retornos da utilização Elaborado por Gilberto Peverari em 25/01/2022 Nos artigos anteriores A dor do esquecimento, Identificação de uma lição, Onde nascem as lições e Documentação organizada apresentamos como realizar um processo organizado de recuperação, coleta e registro de experiências e o conhecimento adquirido por meio delas. Nesta última parte, veremos o que este processo traz de positivo para o nosso negócio e como podemos aumentar, ainda mais, o seu valor. O que me vem à mente, agora, é aquele dinheiro suado guardado embaixo do colchão. Tem um valor momentâneo muito alto, que vai diminuindo ao longo do tempo. É uma boa analogia, em relação às lições aprendidas que ficam guardadas, acessíveis a uma só pessoa, com receio de que alguém se aproprie indevidamente. Lições Aprendidas são um investimento. Afinal, você fez um aporte de tempo e dinheiro, deixando a produção em segundo plano para desenvolver a confiança e obter informações importantes daqueles que estão na linha de frente do seu negócio. E, como todo investimento, espera-se que o retorno seja bastante positivo. Para isso, elas têm de circular, de ser aplicadas em seus negócios atuais ou em novos, sendo atualizadas, conforme essas aplicações mostrem novos pontos de vista ou novas abordagens. E como fazer isso? Podemos repetir a rotina descrita no artigo Onde nascem as lições, agendando uma reunião para a atualização dos registros ou podemos, de posse da relação prévia das lições pertinentes às atividades a executar, providenciar uma atualização, após apurar os resultados obtidos com os ajustes feitos às lições originais. Esses ajustes podem advir do fato de ser um cliente diferente, novo cenário econômico ou novas rotinas de trabalho, por exemplo. Você sabe: não dá para adotar a regra “em time que está ganhando não se mexe”, porque o mercado não está estacionado. Haja vista a situação mundial causada pela COVID-19 ou suas antecessoras. É preciso, acima de tudo, estar disposto a aprender novas lições e aprimorar as já aprendidas. E esse aprendizado pode vir de todos os lados, seja de negócios distintos do seu ou de seus colaboradores, que descobrem otimizações que poderiam ser feitas em operações repetitivas. De quando em quando, converse com alguns grupos, seguindo a premissa de que todos – todos, mesmo! – devem estar abertos a ouvir e contribuir. Uma iniciativa interessante, que vi aplicada em empresas em que trabalhei, é o “Café com o Diretor”, em que, durante o encontro informal de uma hora, assuntos gerais e melhorias eram apresentadas durante um café da manhã com os que se inscreviam. A quantidade de participantes e a frequência dos encontros vai depender das condições do momento e das experiências obtidas de encontros anteriores. Dependendo do grande impacto – positivo ou negativo – de determinada ocorrência e da probabilidade de se repetir em breve, pode-se realizar uma divulgação direta a todos ou, ao menos, aos líderes, para que estes repassem as informações com as devidas adequações às atividades sob a responsabilidade de seus times. Outra ideia interessante, em outra empresa, era a comunicação direta entre os montadores no cliente e o time de engenharia de produtos, a respeito de problemas encontrados durante a montagem, de forma que a solução para aquele caso era prontamente desenvolvida e, se fosse o caso, ajustes já eram feitos para os próximos projetos. Há muitas maneiras de melhorar, seja pessoal ou profissionalmente, individual ou coletivamente, a partir de experiências próprias ou de terceiros. Como exaltou Peter Drucker, “Conhecimento é um diferencial”. Diferencial que pode determinar o crescimento ou, no mínimo, a continuidade de uma atividade econômica. Espero que esta série de artigos tenha sensibilizado quanto ao fato de que registrar e atualizar as Lições Aprendidas não é, de forma alguma, perda de tempo, mas possibilidade real de ganho em produtividade e faturamento ou redução de custos operacionais, seja no ramo de produtos ou serviços. Erros e acertos acontecem, mas o que não se pode deixar acontecer é não aprender com eles. Anterior Gestão Anterior Página de Conteúdo Próximo

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